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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Festival Curta Santos abre inscrições para Mostras Competitivas

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Ao completar 10 anos de existência, o Festival homenageia o Futebol Arte

Curta Santos – Festival de Cinema de Santos completa uma década de existência dedicada às produções audiovisuais brasileiras, em especial àquelas produzidas no litoral de São Paulo. Este ano o tema que norteia as homenagens realizadas durante o evento é o Futebol Arte: Centenário do Santos Futebol Clube. 

As inscrições para as oito mostras competitivas já estão abertas somente pela internet, no site www.curtasantos.com.br.

Sempre alinhado ao contexto caiçara, típico do litoral, este ano o Festival presta homenagem aos 100 anos do Santos Futebol Clube, peça mais do que importante na divulgação da escola do futebol brasileiro pelo mundo. O tema da nossa 10ª edição já estava definido há dois anos. 

Mostras competitivas

As mostras de filmes voltadas à competição dobraram este ano, quando o Curta Santos – Festival de Cinema de Santos, completa 10 edições. De quatro, agora são, ao todo, oito. Olhar Caiçara, Videoclipe Caiçara, Novos Olhares, Mostra Curta Santos F.C. e Mostra Minuto são as nacionais

As mostras direcionadas aos realizadores do Litoral de São Paulo são a Olhar Caiçara, Videoclipe Caiçara Curta Escola.

Mostra Olhar Brasilis e Mostra Videoclipe Brasilis, são nacionais e de livre temática

A Mostra Curta Santos F.C. e Mostra Minuto, são, por sua vez, comemorativas e voltadas ao Santos Futebol Clube: a primeira para produções com duração de até 10 minutos e a segunda é para o torcedor fanático que quer expressar a paixão pelo time em até 60 segundos (um minuto).

Já a Mostra Novos Olhares, ainda nacional, aceita somente produções realizadas por meio de captação digital (câmeras, celulares, tablets e semelhantes - em alta ou baixa resolução), com duração máxima de 5 minutos.

As regionais são a Mostra Olhar Caiçara e Mostra Videoclipe Caiçara. Elas são voltadas a realizadores de todo o litoral de São Paulo. E com o intuito de encontrar novos e promissores talentos no audiovisual, chega a nova Mostra Curta Escola, destinada a produções de até 10 minutos (sem tempo limite) realizadas por alunos doEnsino Fundamental de Escolas da região. Para todos, nesta categoria, a temática é livre.

Sobre o tema

Dos gramados para as telas dos cinemas. A história do Santos F.C. se mistura com a sétima arte desde a fundação  do clube, ocorrida em 14 de abril de 1912. Desde que Pelé chegou à Vila Belmiro, na década de 60, o Santos F.C. pintou sua marca de ‘time de ouro’ na história do futebol brasileiro e mundial. Com o Rei e Coutinho na linha de frente, o Santos apresentava seus gols e jogadas, como se estivesse obedecendo a roteiros cinematográficos.

Como o próprio Rei do Futebol gosta de dizer, o Santos parou uma Guerra. Em 1967, a equipe comandada pelo técnico Lula fez uma excursão para África: foi em Lagos (Nigéria), que o time de Pelé jogou e causou um cessar fogo de 48 horas na Guerra Civil daquele País. Enredo para diretor nenhum botar defeito.

O reconhecimento do Santos time e do Santos Cidade se consolidaram ao longo dos anos, cada qual pela sua história. Mais jovem, porém não menos importante, é o Festival Curta Santos, que decidiu reunir em sua 10ª edição, produções audiovisuais sobre o Clube que tantas alegrias deu à sua terra Natal e aos brasileiros. Antes com os gols de Pelé, hoje com os dribles do jovem Neymar.

O Festival

O 10º Curta Santos – Festival de Cinema de Santos será realizado no mês de setembro e contará com cinco dias de programação totalmente gratuita. Além de romper paradigmas, rever conceitos e estimular novos caminhos para o audiovisual – premissas adotadas desde a primeira edição –, o Festival tem como objetivo fundamental oferecer ao público sessões gratuitas  de curtas, médias e longas-metragens mais mesas redondas, oficinas e debates com profissionais da área.

Em nove anos de trajetória, o Festival já contou com a participação de grandes nomes do cinema nacional, como José Wilker, Matheus Nachtergaele, Paulo César Pereio, Paulo José, Ney Latorraca, Ana Lucia Torre, Dira Paes, Christiane Torloni, Nuno Leal Maia, Betty Faria, Leona Cavali, Sergio Mamberti, Bete Mendes e Eva Wilma, além de cineastas como Carlos Manga, Carla Camurati, Zita Carvalhosa, Eliane Caffé, Ewaldo Mocarzel, Jose Mojica Marins, Beto Brant, Lírio Ferreira, Carlos Reichenbach, Allan Fresnot, Tata Amaral, Allan Sieber e Toni Venturi, dentre outros.

Realização

A direção geral do 10º Curta Santos é de Ricardo Vasconcellos, com direção de produção de Junior Brassallotti. 

 O 10º Curta Santos - Festival Santista de Curtas Metragens é realizado por Olhar Caiçara e Associação dos Artistas do Litoral Paulista; conta com a parceria da Prefeitura Municipal de Santos, Sistema A Tribuna de Comunicação, TV Tribuna, Rádio Jovem Pan Santos, Cine Roxy e Sesc Santos; e apoio das Oficinas Culturais Pagu e Governo do Estado de São Paulo.

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Junior Brassalotti

Diretor de Produção - X Curta  Santos
Festival Santista de Cinema
@curtasantos

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Artur Gomes entrevista Junior Brassalotti

Sidney Herzog e Junior Brassalloti - foto: Artur Gomes

Os atores santistas Junior Brassalotti e Sidney Herzog passaram por Campos dos Goytacazes no último final de semana com o sensacional espetáculo Palhaçada Federal, provocando gargalhadas gerais no Teatro do Sesc onde foi apresentado na última sexta feira 11.

Junior, além de ator e produtor cultrual é Diretor de Produção do Festival Curta Santos, que este ano chega a sua décima edição com uma homenagem ao futebol arte em suas várias Mostras, que será realizada de 17 a 23 de setembro.

Além disso Junior tem sido um grande parceiro na divulgação do Festival de Cinema do IFF. Aproveitando sua estada entre nós, o levamos para conhecer os Espaços do Campus Campos Centro, onde começamos a aprofundar uma parceria onde breve possamos ter em nosso campus uma Retrospectiva de várias Edições do Curta Santos.

A seguir um bate papo com Junior Brassalotti sobre Teatro e Cinema
1. Como começou o Festival Curta Santos?
Começou como todo bom projeto de cultura: numa mesa de bar! Num bate papo logo após o encerramento de um festival estadual de teatro que organizávamos aqui, Bete Mendes e o escritor e cineasta José Roberto Torero, que eram homenageados no evento, comentaram que poderíamos fazer um festival de cinema, que a cidade era ideal para isso e etc. Ficou por ai a ideia mas a vontade surgiu. No ano seguinte, recebemos uma ligação do Torero que tinha marcado uma reunião com a produtora dele de São Paulo, a Zita Carvalhosa, que é a diretora do festival Internacional de Curtas Metragens de São paulo, um dos 5 maiores do mundo e lá fomos nós conhecê-la. Trouxemos uma mostra itinerante do festival pra Santos aquele ano, 2002 e tínhamos uma mostra de filmes regionais, a mostra Curta Santos - Olhar Caiçara, apareceram 26 curtas, que exibimos sem seleção a titulo de incentivo, na edição do ano passado tivemos mais de 180 trabalhos produzidos pela Região... e o mais interessante não é o crescimento numérico, e sim qualitativo.
 2. Como é você um homem de teatro estar a frente de um Festival de Cinema?
   
É unir o útil ao agradável. Comecei no teatro pois era apaixonado por cinema, não sabia que um dia iria conseguir trabalhar com cinema, ainda mais na produção de algo que me possibilita ser o elo de ligação  de obras fantásticas com o público. Ao pensar cultura, penso em acesso, filmes são feitos para serem vistos, é um orgulho poder ajudar tantos filmes a circular e encontrar suas platéias! Fora que podemos brincar todo ano com o fazer teatral nas nossas aberturas, onde não seguimos o padrão dos festivais, que é exibição e falas institucionais, fazemos grandes e elaboradas  encenações, homenagens ensaiadas com grupos de teatro, bailarinos, bandas, fazemos um show realmente onde os palcos dos teatros celebram a eternidade que o cinema dá ao trabalho dos artistas.
3. Como você vê a perspectiva de uma parceria do curta Santos com o Festival de Cinema do IFF?

É algo muito rico e que deve servir de exemplo pra tantas instituições e festivais. Desde sempre nós tentamos achar parceiros criativos, com os quais possamos realizar ricos intercâmbios e trocas de experiências onde quem sai ganhando, mais uma vez é o publico e o realizador, que vê sua obra indo ao  quatro cantos através de parcerias como essa. Fora que tive o prazer de conhecer  os espaços da IFF e ver a estrutura física fantástica de lá e a provocação e formação de cidadãos criativos e pensantes que, com certeza, farão diferença na sociedade.
4. Recentemente você e Sidney Herzog, passaram por Campos dos Goytacazes apresentando o espetáculo Palhaçada Federal no Teatro do Sesc  seguido de um bate papo descontraído comum grupo de estudantes. Para vocês houve alguma novidade na colocação deles sobre a problemática que o espetáculo coloca em discussão?

Houve sim, na medida que estávamos em outra cidade com uma configuração política diferente (ou igual?) a nossa aqui em Santos. Aliás, adoramos nossa passagem por Campos, publico atento, vivo, participativo, que interagiu, riu, dialogou. Muito gostoso mesmo! Tivemos várias impressões, subjetivas e objetivas a respeito do espetáculo e principalmente sobre o tema, pudemos entrar em contato com pessoas que se indignam com os absurdos dos nossos representantes eleitos e propor um ágora, um espaço de discussão, não apenas estética, mas de ideias, de troca de angústias e de utopias possíveis. Voltamos pra Santos repensando várias coisas a partir do papo com a plateia de Campos, o que só enriquece nosso trabalho.
5. A opção por uma linguagem circense no Palhaçada Federal, foi a forma encontrada para que vocês pudessem apresentar ao público de uma forma bem humorada, um conteúdo tão sério, como a corrupção política no país? 

Sim, o circo é a maneira que esse coletivo encontrou para dialogar com sua plateia. Utilizamos a linguagem circense para ajudar a contar nossa história, e através da poesia visual e lúdica do circo e do riso do palhaço, botar o dedo em algumas feridas do Brasil, em especial na corrupção na política brasileira, que tem a capacidade de nos surpreender a cada dia, quando pensamos que já vimos tudo... lá vem eles com um estratagema novo! E lá estamos nós, atentos. Queremos sim o riso, é nossa função, mas o riso acompanhado da reflexão, afinal a raiz do riso é sempre a lágrima.

terça-feira, 15 de maio de 2012

O que é e para que serve Arte


Vênus de Milo


Programação:

08 a 21/05/2012
Exposição: Linha do Tempo
apresentação: Hip Hop – 10/05 – 18:30h
Documentários: Reflexões sobre a Arte

22/05 a 01/06/2012
Exposição: Papel Maché/Projeto Espiral
Apresentação: Grupo de Dança do Campus Bom Jesus
22/05 – 18:30h
Teatro de Bonecos – Prof. Bricio Silva
23/05 – 16h
Oficina: Papel Maché
24/05 – Das 14h às 18h
Documentários: Dança e Teatro

04/06 a 20/06/2012
Exposição: Esculturas em Cerâmica – Mario Evangelista
Apresentação: Projeto Sidharta (música eletrônica) com Álvaro Manhães e Harlen Pinheiro e poesia com Artur Gomes
05/06 – 18:30h
Oficina: Stop Motion
14/06 – 14h às 18h
Documentários: Musicais

21/06 a 09/07/2012
Exposição de Fotografia: Um olhar sobre o espaço urbano – Alunos do curso de Geografia do Campus Campos Centro e Minha cidade escreve assim – Alunos do ensino médio do Campus Campos Centro
Apresentação: Sarau (Semana de Arte Moderna de 22)
26/06/18:30h
Oficina: Fotografia – Prof. Diomarcelo Pessanha
28/06 – 14h às 18h
Documentários: Semana de Arte Moderna de 22

10/07/ a 31/07/2012
Exposição: Francisco Rivero (Artista Plástico Cubano)
Apresentação: Grupo de Poesia do Campus Bom Jesus
17/07 – 18:30h
Documentário: Sobre o Artista Francisco Rivero

01/08 a 15/08/2012
Exposição: Pauline Pessanha (Artista Plástica)
Apresentação: Nós do Teatro – 07/08 – 18:30h
Documentários: Sobre a Artista Pauline Pessanha

MINICURSOS

07 de junho de 2012 – das 14h às 18h
Estética
Prof. Márcio Vianna Lima – Pró-Reitor de Ensino do IFF

14 de junho de 2012 – Das 14h às 18h
A arte das palav ras
Profª Vania Cristina Alexandrino Bernardo – Diretora do Ensino Médio do Campus Campos Centro

21 de junho 2012 – das 14h às 18h
O que é e para que serve a arte na educação
Profª Danuza Rangel – Coordenadora pedagógica do Pólo Regional Arte na Escola da UENF

05 de julho de 2012 – das 114h às 18h
Música na Escola
Profª Beth Rocha – Professora da Oficina de Música do Campus Campos Centro

09 de agosto de 2012 – das 14h às 18h
Teatro na Escola
Profª Kátia Macabú – Coordenadora de Arte e Cultura do Campos Campos Centro


Local: Espaço Raul Linhares
Curadoria Educativa – Márcia Rangel

Instituto Federal Fluminense – Campus Campos Centro
Rua Dr. Siqueira, 273 – Parque Dom Bosco - Campos dos Goytacazes – RJ –www.iff.edu.br/campus/campos/centro

quarta-feira, 9 de maio de 2012

metáfora


Isadora Predebon
suspenso no ar
as vezes penso
se devo pensar tanto
como uma poema de Mayakovisk
ela um dia virá ao meu encontro
e ressuscitará o poema que ontem não nasceu
a vida é só flores ela me disse
clarice em cada coisa
tem o instante em que ela é
as vezes também penso
ela não virá
aí vou para praça jogar milho aos pombos
ao jardim zoológico dar comida aos patos
os meus sapatos já conhecem os anos de espera
na última primavera os lírios não nasceram
e as rosas eram só espinhos
com minha língua na faca cortei a fala
ainda na garganta
e fui pra sala afiar o taco
ela nã sabe que o vinho que guardei pra ela
é de uma safra especial de Bacco

arturgomes

quinta-feira, 3 de maio de 2012

esfinge



Jura Secreta 13

o tecido do amor já esgarçamos 
em quantos outubros nos gozamos 
agora que palavro itaocaras 
e persigo outras ilhas 
na carne crua do teu corpo 
amanheço alfabeto grafitemas 
quantas marés endoidecemos 
e aramaico permaneço doido e lírico 
em tudo mais que me negasse 
flor de lótus flor de cactos flor de lírios 
ou mesmo sexo sendo flor ou faca fosse 
hilda hilst quando então se me amasse 
ardendo em nós salgado mar 
e olga risse 
olhando em nós
flechas de fogo se existisse 
por onde quer que eu te cantasse
ou amavisse

arturgomes

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Sétima arte movimenta o IF Fluminense


O 1º Festival Nacional de Cinema do IFF começou na noite desta segunda-feira, 16 de abril. Programação segue durante toda a semana com mostras, debates e mini curso.
Sétima arte movimenta o IF Fluminense
Evento será realizado durante toda a semana no câmpus Campos-Centro do IFF. (Foto: Ferdinanda Maia)

O cenário remetia a uma noite de gala do cinema. Era o clima de sétima arte que ambientava o Instituto logo na entrada do Auditório Cristina Bastos, do câmpus Campos-Centro, onde foi realizada a abertura do evento.
 Tinha tapete vermelho, luzes e cortinas, e tinha também uma exposição montada com equipamentos antigos de vídeo como câmeras filmadoras, rolos de filmes, entre outros. Tudo para dar o tom da noite.
 Aos poucos, estudantes, servidores e comunidade enchiam o auditório na primeira noite do Festival. Até as cadeiras do local foram vestidas para o grande evento com uma capinha azul com as inscrições “1º Festival Nacional de Cinema do IFF”.
 Representando o Reitor, Luiz Augusto Caldas, a Pró-Reitora de Extensão, Paula Aparecida Martins Borges Bastos, agradeceu a presença de todos. “É muito bom ver o Instituto Federal Fluminense se mobilizando para a arte. Desejo que todos aproveitem o Festival”.
 O Diretor do câmpus Campos-Centro, Jefferson Manhães, enfatizou a importância do evento. “Precisamos ter uma formação ampliada, sintonizada com esse novo momento em que o vídeo e a imagem estão cada vez mais presentes”, disse.
 Jefferson ainda informou que diversas programações na área da cultura estão sendo planejadas para o ano de 2012 e que já existe a intenção de oferecer um curso na área de produção artístico-cultural.
 Artur Gomes iniciou sua fala contando a trajetória que tem com a Instituição, desde que foi aluno, passando por servidor e, agora, já aposentado, retornando a casa para realizar um sonho. Agradeceu, ainda, os muitos servidores envolvidos no “desafio de realizar o Festival” e completou: “É um sonho antigo e, felizmente, ele aconteceu”.
 Na abertura do evento foi apresentado o documentário “Ditabranda” com depoimentos de jornalistas sobre mortes e torturas no período da Ditadura Militar, com direção de Felipe Vianna, do Rio de Janeiro.
 Na Mostra Competitiva, categoria Câmera Fotográfica Digital – Não Estudante, foram apresentados: A Garrafa Mensageira – Direção: Luana Nascimento – Campos dos Goytacazes – RJ; A Maldição de Berenice – Direção: Valério Fonseca – Rio de Janeiro; Missão Estelar – Direção: Raphaela Teles – Santos-S.P.
 O vencedor da noite foi Missão Estelar, que conta a história de um menino cujo sonho é conhecer o espaço. Ao ver uma reportagem na televisão sobre a possibilidade de ir ao espaço pagando R$350 mil ele decide juntar o dinheiro vendendo doces, seus brinquedos novos e fazendo rifa, mas claro, sem ter sucesso. A premiação é um Notebook. 
 Participam da Comissão Julgadora do Festival Artur Gomes; o Professor de Fotografia da instituição, Diomarcelo Pessanha; o Coordenador do Departamento Multimídia e Eventos, Welliton Rangel; a Professora de Literatura, Edinalda Almeida; e a Professora de Geografia, Maria Amélia Correa.

Veja mais fotos do 1º dia AQUI

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Poesia Proibida



o preço atual
proíbes que me coma
mas pra ti estou de graça
pra ti não tenho preço
sou eu quem me ofereço
a ti:
músculo e osso
leva-me à boca
e completa o teu almoço


arturgomes
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